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Resonance: A Plague Tale Legacy divide a crítica, mas impulsiona as vendas dos capítulos anteriores.

Poucos dias após o lançamento, o panorama das análises está se tornando mais claro — entre elogios aos visuais e novos problemas de estabilidade — enquanto Innocence e Requiem voltam a vender como não vendiam há muito tempo.

Três dias após o lançamento, o panorama em torno de Resonance: A Plague Tale Legacy está mais claro — e mais vibrante do que nossas primeiras impressões sugeriam.A Digital Foundry o considera, sem hesitar, um deleite visual que vale a pena preservar em qualquer console, enquanto o GamesRadar+ o compara a Uncharted e Tomb Raider por sua jogabilidade com espadas, que a publicação acredita ser à altura. Nem todos concordam.O Kotaku elogia a ação frenética e letal, mas critica o desenvolvimento dos personagens, considerando-o apressado.No PS5 Pro, o site powerup-gaming relata travamentos recorrentes, especialmente na dificuldade Pesadelo — um problema que se soma, em vez de substituir, às quedas de taxa de quadros já observadas no lançamento.

No entanto, há um efeito colateral que poucos esperavam neste nível: em seu último relatório financeiro, a PULLUP Entertainment informa que, desde o anúncio de Resonance em junho passado, os dois jogos anteriores da saga — Innocence e Requiem — venderam juntos mais de 500.000 cópias adicionais.

O terceiro Plague Tale provavelmente continuará dividindo opiniões até que uma atualização de desempenho seja lançada.Mas se o objetivo era redescobrir Sophia e seus ratos para aqueles que perderam os dois primeiros jogos, ele já atingiu a meta.